• Pedro Ferreira

Comerciante, conheça as adaptações necessárias no momento

Teremos que nos readaptar. A pandemia causada pelo novo corona vírus gerou inúmeras mudanças nos nossos estilos de vida. O “novo normal”, como muitos estão chamando, diz respeito a tudo aquilo que antigamente era corriqueiro, mas que agora não poderá mais ser tão comum assim – ou, pelo menos, não até que haja uma solução definitiva.


Como em qualquer situação conflituosa, devemos nos adaptar a essa nova realidade e aprendermos a conviver com ela. No Brasil, essas transformações afetaram brutalmente o comércio e diversos estabelecimentos foram obrigados a suspender temporariamente suas atividades. Conforme as flexibilizações surgiram em todo o país, os proprietários e funcionários do setor comercial foram instigados a se adaptarem ao “novo normal”. Dessa forma, tornou-se crescente a necessidade reorganizar os espaços comerciais à realidade atual e, por isso, a equipe da Base Júnior se dedicou a tratar sobre esse novo desafio que os empreendimentos brasileiros deverão enfrentar.



Num mundo pré-pandêmico, era habitual identificar estabelecimentos comercias com pouco espaço para circulação de pessoas e que operavam com a capacidade de lotação máxima. No entanto, essa é uma situação que tão logo dificilmente volveremos a encontrar. Os clientes, naturalmente, já não se sentem mais confortáveis ao estarem em ambientes tão tumultuosos. Já que, em geral, existe consenso de que o agrupamento em locais fechados não é seguro.

Algumas medidas básicas:


A população brasileira, aos poucos, vai atendendo às recomendações de segurança e aprendendo como funciona essa nova maneira de se viver. O uso da máscara, por exemplo, que até sofreu certa rejeição dos mais céticos, hoje é visto como um elemento imprescindível para segurança de todos.


Para contribuir com um maior bem-estar dos clientes, a disponibilização de álcool em gel e o redobrado cuidado com a higienização do ambiente comercial também são fatores imprescindíveis. Essas medidas, no entanto, não vão além das mínimas providências de segurança que um empreendimento deveria promover. Com a finalidade de ir além, sugerimos que se atenda às demandas por reorganizar a setorização dos ambientes.


Para isso, iniciaremos com algumas sugestões básicas, mas que podem fazer toda a diferença na logística de um estabelecimento. Uma solução fácil e acessível para os varejistas que possuem lojas físicas, seja para venda de roupas, eletrodomésticos ou produtos em geral, é a readaptação do layout dos seus ambientes comercias. Manter agrupado produtos semelhantes ou que tenham funções parecidas, por exemplo, é uma alternativa simples que facilitaria o trabalho dos funcionários e as compras dos clientes. Além disso, nesse momento em que o distanciamento é fundamental, tornou-se imperativo manter um espaço com circulação fluida, espaçosa e sem obstáculos que possam atrapalhar o fluxo. Com esse objetivo, não tenha receio em superlotar o seu depósito e retire do local tudo aquilo que for desnecessário ou repetido.

Os nichos mais impactados:

Prosseguindo, trataremos agora sobre um ramo comercial que foi duramente afetado pela crise sanitária e econômica que tomou conta do último ano da década. Os bares e restaurante, grandes promotores de aglomerações, foram um dos estabelecimentos que mais sofreram com as inúmeras normativas impostas a eles. Com as restrições na capacidade de clientes e horários de funcionamento, tornou-se mais do que evidente a necessidade de se readaptar a esse momento. Dessa forma, é possível fazer uso das imposições em prol do próprio estabelecimento: como o número máximo de clientes já está limitado, algumas mesas poderiam ser retiradas a fim de facilitar o fluxo de pessoas e contribuir para o maior distanciamento social.



As academias, outro empreendimento brutalmente afetado pelo vírus, viveram situação semelhante aos bares e restaurantes. Por se tratar de um ambiente que comumente já é menos higiênico que os demais, a contaminação seria mais propícia e, por isso, as restrições foram inúmeras. A fim de auxiliar na setorização desses lugares, é empírico aconselhar a retirada provisória de alguns aparelhos.


Outrossim, a disponibilização de kits de limpeza e materiais para higienização, bem como a manutenção dos ambientes arejados também aparecem como boas alternativas ao ramo. Além disso, para atingir um maior patamar de segurança, é fundamental pensarmos naqueles que trabalham no recinto. Aos educadores físicos, é importante redobrar a atenção quando a interação com os alunos se torna necessária. Para manter o estabelecimento aberto e produtivo, todo cuidado é pouco.

Por fim, é possível notar que as sugestões trazidas nesse artigo não se tratam de grandes inovações para o layout dos empreendimentos. São, na realidade, medidas básicas que podem auxiliar em uma melhor setorização do ambiente de trabalho dos comércios e proporcionar uma maior sensação de segurança aos clientes e funcionários.


Com a intenção de melhorar a setorização e a organização de um empreendimento comercial, é altamente recomendado que se utilize dos serviços dos profissionais do ramo da Arquitetura e Engenharia Civil. Por isso, nós da Base Júnior, nos deixamos à disposição para pedidos de orçamento, afinal, todos teremos que nos readaptar!

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